ALGUNS MODOS DE VER E CONCEBER A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA
José Antônio Araújo Andrade, Hatiele Keise Marques Ribeiro, João Paulo Rezende, Karine Angélica de Deus, Lilian Flaviane de Deus, Renata Pereira de Abreu, Patrícia Nádia Nascimento, Ana Paula Pedrozo, Helker Silva Paixão
Última alteração: 2010-05-13
Resumo
Referncias NBR 6023 - ABNT/2002 <!-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-size:10.0pt; mso-ansi-font-size:10.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} --> Neste artigo apresentaremos as discussões, sistematizações e indagações acerca das diferentes formas de ver e conceber a Resolução de Problemas no ensino de Matemática. Reportando-nos a referenciais como Polya (1995), Onuchic e Allevato (2004), Stanic e Kilpatrick (1989), Ernest (1996), Ponte (2005), Skovsmose (2000) dentre outros; foi possível delinear três abordagens diferentes, para a Resolução de Problemas: a Resolução de Problemas segundo um modelo heurístico; o ensino de Matemática através da Resolução de Problemas; e o ensino de Matemática através da Produção/Resolução de Problemas – em que, a nosso ver, se insere a perspectiva exploratório-investigativa. Nesse sentido, apontamos as perspectivas baseadas ou derivadas do modelo de Polya (1995) e apresentamos algumas distinções substanciais entre as formas de conceber a perspectiva exploratório-investigativa na visão Ponte (2005) e Skovsmose (2000). Em meio a esse debate teórico-metodológico nos propomos, ainda, a discutir o papel do professor, sua postura e/ou seu protagonismo dentro das abordagens/concepções delineadas – mesmo porque tal discussão está diretamente relacionada a concepção que pode vir a ser explorada no trabalho docente.